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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Dia mundial contra o cancro

Companheiros, amigos, familiares e visitantes
Neste dia mundial contra a doença, venho lembrar a irmã, o sobrinho,o cunhado,  a prima, um amigo e mais outro amigo que ontem mesmo me disse também ter entrado nesta "familia" que infelizmente não pára de crescer...
Para todos eles os votos de rápidas melhoras e que tenham a certeza que todos nós puxamos por eles e acreditamos que vão vencer!.
Abraços e beijos para eles.
LG.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

As nossas elites falharam... pelo Dr. Marinho e Pinto

Companheiros
Como nem só de Tropa vive o homem, publicamos a seguir um video que nos foi enviado pelo nosso amigo Joaquim Caldeira, e que se refere a um discurso muito oportuno do Bastonário da Ordem dos Advogados, na abertura do ano judicial de 2011. Vale a pena ver, ouvir....

sábado, 24 de setembro de 2011

Uma foto que não tem preço e um pensamento que dá que pensar...

Do nosso companheiro Julio Garcia da CCAÇ 2314, recebemos esta foto e este pensamento:


" Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro se esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem o presente, nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido."
  -  Dalai Lama-

Cartoon


Com a devida vénia ao Jornal Badaladas, transcrevemos o cartoon desta semana.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

O Outono e a amizade...


Bela época esta, o Outono, para mim a mais bela estação do ano.
E o Justo achou por bem comemorar a entrada deste tempo bonito, com um trabalho em que enaltece a amizade e o tempo outonal.
Muito oportuno.
Parabens Justo.
Como dizes:
AMIGOS NA GUERRA AMIGOS PARA SEMPRE!.
LG.

Chegou o Outono - ÀS 9:05 deste dia 23 de Setembro de 2011...

Dizem que a Primavera é a época do amor. Pode ser que sim... Os campos estão floridos, os pássaros chilreiam, mas... o Outono é especial. Existe algo de mais belo que um pôr-do-sol de Outono, quando os raios vermelhos, rosa, roxo e azul pincelam o horizonte, rivalizando com todos os grandes pintores?!
Passeio num bosque. Debaixo dos meus pés, as folhas estalam, provocando a fuga de pequenos animais que por ali saltitam. Olho em redor e fascino-me com os tons castanhos e dourados das folhas suspensas das árvores. Nos ramos, os esquilos mordiscam a sua refeição e uma coruja olha-me com os seus grandes olhos. Olho para o céu, em faixas de azul que as nuvens cinzentas deixam a descoberto, bandos de andorinhas voam à procura de terras mais quentes.
Ao longe oiço um ruído.
Aproximo-me: um riacho de águas transparentes saltita de pedra em pedra e os peixes prateados querem partilhar o meu deslumbramento...
Num bosque, no Outono, encontramos a paz, a harmonia, uma natureza embalada pelos primeiros ventos, pela primeira chuva miudinha que nos convida à meditação, ao reencontro, à amizade, ao amor ...
Neuza  Neto (texto de alunos do ciclo)



terça-feira, 20 de setembro de 2011

O "VLOG" DO FERNANDO

Companheiros
Pela mão do Raul Soares, chegou-nos este video interessante e cheio de lições de vida...
É muito interessante. Vale a pena ver e ouvir.
Pedimos desculpa apenas, por alguma palavra mais "aguda"...

sábado, 17 de setembro de 2011

O imperador NERO...


Hipólito
Quem não chora não mama...aqui vai um boneco em teu louvor, que por sinal ate mereces.

Deu trabalhinho mas para ti....TUDO.

BRAÇOES
Justiniano Augusto
______________
Do Costa:

Eheheheh! Agora é que ninguém o pára mais! Com toda aquela pose, nem mesmo uma foto dele lá em casa de CMDT dos Bombeiros se compara rrrssss!!!
José Costa

Do Pica Sinos

Muito bem Justo. O que é seu, seu a seu dono.
É um ditado muito antigo.
Mas podias vestir ao homem uma camisola do Porto.
Assim, com aquele esbelto corpo, faz inveja a muita gente

Galo Velho. Um pouco de humor, pelo Pica



Não sabemos se este video é para o Hipólito ou se é para o Costa.
Para qualquer um deles fica bem entregue...
Abraços.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

o HIPÓLITO NOS CAMINHOS DE SANTIAGO...

A ficar “xarangado” . . .
E, para escrever, há que assentar a “perereca”, o que não é fácil.
Responsabilidade acrescida e exigível a um poeta talhado (para grandes voos e de futuro risonho, como o n/ querido líder, Guedes, não escreveu, por manifesto lapso, mas deixou subentendido nas entrelinhas).

Para esquecer, estas férias.
Só para terem uma ideia.
A minha consorte, já no final, saiu-se com esta, mui apropriadamente:
- Estes moinantes, teus ex-colegas, aqui, duma assentada, caídos de paraquedas, seguiram a tropa?
- Porque perguntas?
- São cá uns lateiros! Marchou tudo, ficamos depenados . . .

Em resultado do que, mesmo, mesmo, quase a esticar o pernil . . . já só “marcham” os restitos do tempo das vacas gordas.
Lá sosseguei a patroa, prometendo que tinha inscrito a m/casa no programa, em curso lá no burgo, de desrratização, desbaratização e desmosquitização.
E de que já tinha encomendado um sistema de electrificação (com a respectiva placa – “aviso – perigo de morte”) para portas, janelas e portinhola (para esta, os dois programinhas), precavendo um futuro ameaçador.

Para me ressarcir do acolhimento que, à algarvio de Tavira, os da gaveta por debaixo da mesa, lhes proporcionei, propus-me a um périplo.

Mas, mãos que não dais, por que esperais?
Na Marinha Grande, primeiro apeadeiro, um cafezito, no LIDL, por mais em conta;
Em Peniche, umas sardinhitas e uns carapaus (caldeirada de grilo);
Na do Reguila, oiçam só:
Treze sardinhas, uma das quais “moída” e que me tocou, para quatro, com a recomendação de que a dona da casa, só ela, arrumava com 18 (sardinhas);
Daqui, recambiado para Cascais, tabanca do Pires. Outra vez, sardinhas (estas vermelhas, a que minha mãe chamava de “ardidas”, e em que não toquei, sequer, por temer da vesícula;
Outra vez “xutado” pr’á do Reguila. Uma sola, chouricito e uns feijãozitos, também do LIDL, e toma lá que já almoçaste;
Para finalizar e já de regresso, após 16 horas, sem “tirar o freio”, atraco na do Contige.
E não é que, outra vez, sardinhas, estas muito maiores, da Terra Nova, marca RiberAlves, e uns ossitos, pareceram-me, de algum cãozito que o Contige, na viagem para o Meco, tenha atropelado.

Bem esteve o Guedes, em optar por aturar os netos (quatro) e a sogra (só uma!?) . . ., como esteve o Marinho, em não querer acamaradar com tal tropa.

Só mais duas notas, que me estão agarradas ao gasganete:

À “pita”, algarvia, sobretudo da foz do Êta, sempre chamei um figo. 
Lânguidos e curvilíneos, tão andaluzes, qu’inté os apêndices tocavam castanholas!
De saudosa memória! . . . Fica, e a não perder, a ideia.
É capaz de ser mesmo praga que me rogaram, como, alguém, sugeriu, há tempos e “abicado”, afloradamente, num comentário.
Matemático, ao segundo dia, na Fuzeta, tão genuinamente algarvia e onde até as dívidas  esqueço, soltam-se-me as águas.
É um alívio, do 2º andar, lá do alto, desopilar, de leque, por trás, e, de assobio, pela frente.

Adeusinho, agora “boue” a Santiago de Compostela, malhar com a môna lá no calhau, a ver se melhoro.
Volto já.
Todo vosso,
Hipólito

O dia do Justo... e o seu humor!... para descontrair.

PARABÉNS PELO NOSSO DIA!!!!
  

 Para todos aqueles que são lindos de paz,
Lindos de coração
Lindos de espírito
Lindos de sabedoria
Lindos de inteligência
Lindos de alegria
Lindos que contagiam
Lindos de simpatia
Lindos por viver bem todos os dias de sua vida!
E lindos por reconhecerem que erraram e que serão lindos por perdoarem
E LINDOS PORQUE A VIDA É LINDA.
QUE VC TENHA UMA LINDA SEMANA.

José Justo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

JOAQUIM AGOSTINHO - Homenagem a esse grande Ciclista e grande Homem

Recebemos também o pedido de divulgação do seguinte convite. Como temos entre os nossos companheiros alguns ciclistas, pode ser que seja útil:

"CARVOEIRA/TORRES VEDRAS - Homenagem a Joaquim Agostinho, organizada por amigos ciclistas.
Dia 1 de Outubro, almoço-convivio para todos os ciclistas profissionais e amadores inscritos na União Velocipédica Portuguesa.
Inscrições até dia 20:
962 816 011 - António Francisco
967 922 998 - Luis Alberto."

sábado, 27 de agosto de 2011

O Avô TZG

Pela mão do meu amigo Ferreira, amigo do peito, companheiro de muitas andanças, chegou-nos este interessante texto, cujo autor é o Avô TZG ???.
_______________________________
A GERAÇÃO ENRASCADA
O grande homem é aquele que não perdeu a candura da sua infância…
Pertenço a uma geração que teve de se desenrascar.
Nasci ao som do rufar dos tambores da 2ª Guerra Mundial. Os clarins e as sirenes faziam o toque de à rasca, anunciando mais um bombardeamento.
A Santa da minha Mãe, pariu-me de cócoras. Quando se sentiu à rasca, muniu-se da tesoura e do baraço e fez tudo sozinha. Chegou por casualidade uma vizinha e ajudou aos últimos preparativos, talvez um caldo de galinha velha, que era o prémio de qualquer parturiente. Hoje, as que se rotulam de à rasca têm seis meses de licença de parto. Essa vizinha, que durou cento e tal anos, passou a vida a contar-me isto, vezes sem conta.
Aos miúdos, faziam uns calções com uma abertura na retaguarda, e, quando estivessem à rasca, baixavam-se, o calção abria e fazia-se em escape livre e, andava sempre arejado.
Aos dezoito anos, ainda o comboio passava em Mirandela e tive o azar de fazer cargas e descargas dos vagões para os camiões. Os adubos vinham em sacos de 100 kg, as pernas tremiam mas tinha que me desenrascar. Os mais velhos sabem do que falo, o trabalho era duro incluindo as cegadas, mas…. fazia-se tudo a cantar.
A mesma geração, fez as três frentes da guerra colonial, morreram nove mil e quinze mil ficaram mutilados e a cair aos bocados, chamam-lhes Heróis, mas dizem desenrasquem-se.
O 25 de Abril foi feito por essa mesma geração, bons líderes,  povo unido e desenrascaram-se muito bem.
Por fim, a debandada da emigração para toda a Europa, atravessando montes e vales íamos chegando a todo o lado. Vivíamos em contentores e  barracas, o tacho onde se lavavam as batatas era o mesmo para se lavar o nariz, mas não nos desenrascamos nada mal.
Depois veio a geração rasca. Drogas, rendimentos mínimos e vergonha de trabalhar.
Agora, dizem ser a geração à rasca, querem ser todos Doutores, arrastam-se anos à volta dos cursos, os parques universitários estão cheios de carros de luxo, ficam por casa dos Pais até aos trintas e “quem aos vinte não é, aos trinta não tem, aos quarenta já não é ninguém”.
São uns enrascadinhos, não querem assumir a responsabilidade de uma família, vagueiam de noite, dormem de manhã e a Mãe chama-os para almoçar. O Pai vai recheando a conta, porque um Pai é um banco proporcionado pela natureza.
Eu não quero medir tudo pela mesma rasa e acredito muito na juventude, aconselho-os a que se caírem sete vezes se levantem oito, porque o Governo está à rasca, a oposição está enrascada e a juventude não se desenrasca.
Os que cantam, Homens da Luta, é uma luta sem comandantes e o povo vencido jamais será unido.

Façam pela vida… E, não estejam à espera que o mar arda, para comer peixe grelhado!...
Avô TZG.

terça-feira, 24 de maio de 2011

As memórias do Costa..





Ainda a propósito do: Dia em que o Centro de Transmissões virou caserna


Esta estória que o Pica escreveu recorrendo-se da sua memória para algumas passagens no Centro de Transmissões, leva-me a “puxar” pela minha memória também. Ainda bem que estes convívios de Ex-Combatentes existem, pois isso faz-nos muito bem às nossas mentes já muito esquecidas por mais de 40 anos passados.


Vem a propósito que ao ler o que o Pica escreve, lembrar-me do meu primeiro dia em Tite.


Lembro-me que chegamos perto da meia-noite. A primeira coisa a fazer foi escolher um local para dormir na caserna que nos destinaram.


Penso que adormeci rápido pois estávamos cansados e mortos por tomar um banho. Quando acordei já o sol ia alto. Se bem me recordo, não me preocupei muito bem em saber qual o meu local de trabalho. Porque eu e mais dois camaradas periquitos acompanhados de um “velhinho” de outra Companhia, lá fomos dar uma volta às Tabancas e também arranjar uma lavadeira como era da praxe. Recordo-me que foi para os lados da pista e logo ali comprei duas camisas “Made in Macau” azul e beije. Curioso, duraram até há uns dez anos atrás!


Cerca do meio-dia o sol e a fome apertava, por isso resolvemos dar por terminada a visita às Tabancas e regressar ao interior do Quartel.


Eis aqui chegados, quando sou surpreendido por saber que todo o mundo das TMS andavam á procura de saber quem era o Operador de Mensagens! Então alguém me leva ao local do meu futuro posto de trabalho e sou apresentado a um camarada que estava a 3 meses de acabar a comissão, (que raiva eu tive dele naquele momento ao vê-lo com a roupa velhinha com colarinhos da camisa rôta e a minha acabada de estrear) chamava-se Freitas, pessoa franzina, natural do Porto e funcionário da AMBAR. Pertencia á Companhia de Caçadores ali estacionada á época. Ele estava ali no Centro de Mensagens a substituir o meu antecessor. Lembro-me que este moço falava muito baixinho, fumava bastante (vim a imitá-lo depois) também era tão nervoso que andava sempre a morder um pau de fósforo… (mais tarde quando me faltava poucas semanas, pra acabar a comissão, dei comigo também nervoso!)


Nas CCS só tinham um Operador de Mensagens (no meu curso em Arca d’Água-Porto éramos apenas 19 elementos) daí o ter de fazer 24 horas diárias (o serviço também não apertava) mas o Alferes Antunes de Carvalho, designou o Francisco Silva e o Alberto Lopes para me ajudarem, uma vez que nem sempre eles os dois saíam para o mato.


Assim eles faziam a maior parte do tempo o serviço de dia quando disponíveis e eu de noite por isso dormia no Centro de Mensagens, em uma cama desmontável em lona.


Certo dia, o pessoal que fazia trabalho permanente no Posto de Rádio, lembrou-se de pedir ao nosso alferes autorização para colocar ali as nossas camas, em virtude de ficarmos mais disponíveis para qualquer emergência. Pedido aceite. Assim eu passei a dormir ali em vez da cama de campanha. Apesar disso, nunca deixei de manter uma cama na caserna, onde ali guardava os meus objectos pessoais num armário fechado a cadeado.


Então, juntamos as camas duas a duas. E a partir desse momento, “alguém” se lembrou que virando os fechos “Eclair” dos ditos para o mesmo lado, fazia um pequeno rebordo como se fosse as paredes internas e mucosas da v…. a, e assim era aproveitado para estimular e saciar os ímpetos sexuais da pessoa em questão ehehehe!!


Às tantas, numa noite de “amor” o nosso amigo Francisco Silva, que ali dormia também, foi por debaixo das camas, sujeitando-se a “levar” com a matéria orgânica nos olhos, pegando nas chinelas havainesas, e fazendo um gesto como se fosse a matar um mosquito, deu uma valente cacetada no “membro” que o dito depressa perdeu todo o vigor de quem tinha á época 21 anos! A partir desse momento, todos os camaradas do Posto de Rádio ficaram a saber que as camas não serviam só para dormir ou repousar eheheheheh!!!


Como foi bom recordar em Macedo de Cavaleiros estes e outros momentos de boa camaradagem que a seu tempo serão também aqui contados.


José Costa

Ovar

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Manuel António Pina - Prémio Camões 2011

do jornal "i", com a devida vénia, publicamos a seguinte noticia.



Em menos de meia hora o júri chegou a uma decisão consensual: Manuel António Pina é o vencedor do Prémio Camões 2011. Apesar de tão óbvia, a decisão apanhou o escritor desprevenido. "Foi a coisa mais inesperada que eu poderia esperar. Nem sabia que o júri estava reunido, nem que o prémio ia ser atribuído hoje. Portanto, fiquei absolutamente surpreendido", disse ontem à Lusa. O júri distinguiu a obra de Pina pela sua "inventividade e a originalidade". "Sinto-me um bocado embaraçado, atendendo à qualidade das pessoas, ao Panteão a quem já foi atribuído anteriormente o prémio", disse o escritor.



Com 67 anos, o jornalista do Sabugal, licenciado em direito, dividiu-se por várias áreas da literatura. O homem dos quatro ofícios: poesia, teatro, literatura infantil e ficção.



Em 1973 editava o seu primeiro livro: "O País das Pessoas de Pernas para o Ar". Como o título indica trata-se de um livro infantil que explora um lado mais surreal e humorístico, como no conto do menino Jesus não queria ser Deus. A sua obra infantil rompeu com a tradição e já faz parte dela, ao ser incluído no Plano Nacional da Leitura. Em 1974, Manuel António Pinta lançava-se na poesia com "Ainda Não É o Fim nem o Princípio do Mundo Calma É Apenas Um Pouco Tarde". "Acaba por ser também um prémio dado à poesia, que faz todo o sentido, porque continuamos a ser um país de grandíssimos valores nessa área e com um reconhecimento que é sempre justo e positivo", afirmou José Luís Peixoto à Lusa. Mário Cláudio concorda e defende que premiar a poesia é importante, pois tem estado mais esquecida.



Manuel António Pina ainda escreveu para teatro, sendo "História do sábio fechado na sua biblioteca", a sua última peça. O nome do escritor está associado à história do jornalismo. "Inovou muito no jornalismo português. Deu alma às notícias, com uma abordagem mais poética, mais livre", defendeu o historiador Germano Silva.



Em 2003, Pina deixou o terreno mais que familiar da literatura infantil e aventurou-se na ficção para pessoas mais crescidas com "Os Papéis de K.". A sua obra está traduzida em França, em Espanha, na Dinamarca, na Alemanha, na Rússia, na Croácia, na Bulgária e nos Estados Unidos. O Brasil parece ser a próxima aposta, já que os trabalhos do poeta ainda não foram publicados na terra do samba. Pina é o 10º português a receber o prémio. No ano passado, o Camões, no valor de 100 mil euros, foi para o poeta brasileiro Ferreira Gullar. O primeiro vencedor do Prémio foi Miguel Torga, em 1989.

__________________

publicamos a seguir um artigo já publicado anteriormente, gentilmente enviado pelo Cavaleiro, com referencia a este excelente escritor.

Manuel António Pina, pelo Cavaleiro

Amigos,
Para quem não o conhece, Manuel António Pina escreve, num “cantinho” da última folha do JN com o título “Opinião”. Por ser um leitor assíduo da sua “opinião”, não quero  deixar de lhes enviar os seus três últimos artigos, que embora pequenos, são enormes na forma subtil e frontal como analisa a nossa política e os políticos.
Já agora deixem-me dizer-lhes que Manuel António Pina além de colaborar com outros meios de comunicação,  tem uma vasta obra literária que passa, entre outras, pela poesia, literatura infantil e peças de teatro, tendo sido galardoado com diversos prémios, no país e no estrangeiro.
Às vezes pergunto a mim mesmo como é que ele tem escapado à “censura”!! Talvez……….por estar na última página, escondido a um canto e………..com uma letra “miudinha”!!!


Então……..façam o favor de os ler


Cavaleiro.
____________________________

terça-feira, 10 de maio de 2011

Av dos Aliados, no Porto.

Como era bem mais bonita há alguns anos atrás a Av. dos Aliados...
Dantes havia jardins relvados, canteiros com flores, bem tratados.
Hoje existe uma laje de pedra contínua que vai desde a Camara até ao Passeios das Cardozas.
Que pena...


(enviada pelo Joaquim Caldeira)

  


Acontece cada uma ao Hipólito...

Ontem à noite eu estava sentado no sofá, a ver televisão, quando ouvi a voz da minha mulher vinda da cozinha:
- "O que tu vais querer para o jantar, meu amor? Frango, carne ou pernil?"
Eu disse:

- "Vou querer frango querida, obrigado."
Ela respondeu:

- "Tu vais é comer sopa! Eu estava a falar com o cão."




Hipólito

6 gémeos...

Uma bela foto enviada pelo Cavaleiro...