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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Começou a recuperação possivel de alguns artigos. E este vale a pena...

Até pode ser que cole, como desculpa.
Atarefado e derreado a tentar ensinar as boas maneiras ao canito, o kiper, que me tocou em rifa.
Mas, reguila e travesso, faz jus à sua origem marrocânea.
Tanto insisto com o “gajo” que, às tantas, aparece de patas ao ar e a ganir
- Caim, caim, caim . . .
- Que foi ?! . . . intervém a sua defensora oficiosa e minha consorte.
- Nada . . . nada. Foi este morcon que vinha na “mecha” e “escarchou” a “fuça” na biqueira do meu sapato . . .
Não aprende, mesmo!  Desisto . . . e vou, mas é, rabiscar uns comentários, já atrasadotes, como gasta a casa.

Estava a ver que não saía a reportagem do correspondente da BBC (Bocas & Broncas Criptólogas), em Londres.
Sua majestade, amiga de longa data, desde o curso de costura que frequentámos, está, também há muito, ciente de que, os “arremelados”, em versão soft, das TRMS (diminutivo de “T’ramelas”, por que eram, e continuam, conhecidos, os do sul), não valerão as “quilhapas dum gato”.

A  foto do ósculo apaixonado saiu “tremida” por obtida de “biscolêta”, em andamento. Uma daquelas em que aqui, no norte, mal desmamados, já “afanávamos” ao pai e, só no pedal, “tchic . . . tchic” . . . até ao mais que provável trambolhão, raspanete, quando não sova, do dono.
Obtido algum equilíbrio, perna para debaixo do quadro e toca a burra, sujando, na corrente oleada, as calças ou, na falta delas, a perna, com os trambolhões da ordem, o raspanete e sova, agora da mãe.
Até que, já espigadotes, zupa, alçando a perna, pr’a cima da bíscola, até rasgar o traseiro das calças ou calções, igualmente com as consequências já descritas e agora de ambos os progenitores.

Muito ao contrário das “bicicretas” do Campo Grande, de senhora e com o cestinho na  frente, à mariconhês, para ir, à venda, mercar fósf’ros pr’á titi.

Mais uma vez,  a minha última sortida, a sul, teve, apenas, intuitos altruístas.
O de saber do estado de saúde, felizmente já bom, do Reguila e de chegar à fala com mais um companheiro sapador, o Mário Soares Sereno. O Contige ficou com o seu contacto e ficou de aparecer no próximo almoço, de arromba, a confiar nos seus 5 ou 6 laboriosos organizadores . . .

E não, como os que, antevendo, tão-só, tirar a barriga de misérias, se previnem com suspensórios a segurar as pantalonas, ou  com “cintinho à lady Gaga” , para disfarce da “quadratura do círculo estomacal”  . . .

E, fico em dia  . . . e mais que desculpado, digo eu.
Hipólito

sábado, 17 de setembro de 2011

O imperador NERO...


Hipólito
Quem não chora não mama...aqui vai um boneco em teu louvor, que por sinal ate mereces.

Deu trabalhinho mas para ti....TUDO.

BRAÇOES
Justiniano Augusto
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Do Costa:

Eheheheh! Agora é que ninguém o pára mais! Com toda aquela pose, nem mesmo uma foto dele lá em casa de CMDT dos Bombeiros se compara rrrssss!!!
José Costa

Do Pica Sinos

Muito bem Justo. O que é seu, seu a seu dono.
É um ditado muito antigo.
Mas podias vestir ao homem uma camisola do Porto.
Assim, com aquele esbelto corpo, faz inveja a muita gente

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

o HIPÓLITO NOS CAMINHOS DE SANTIAGO...

A ficar “xarangado” . . .
E, para escrever, há que assentar a “perereca”, o que não é fácil.
Responsabilidade acrescida e exigível a um poeta talhado (para grandes voos e de futuro risonho, como o n/ querido líder, Guedes, não escreveu, por manifesto lapso, mas deixou subentendido nas entrelinhas).

Para esquecer, estas férias.
Só para terem uma ideia.
A minha consorte, já no final, saiu-se com esta, mui apropriadamente:
- Estes moinantes, teus ex-colegas, aqui, duma assentada, caídos de paraquedas, seguiram a tropa?
- Porque perguntas?
- São cá uns lateiros! Marchou tudo, ficamos depenados . . .

Em resultado do que, mesmo, mesmo, quase a esticar o pernil . . . já só “marcham” os restitos do tempo das vacas gordas.
Lá sosseguei a patroa, prometendo que tinha inscrito a m/casa no programa, em curso lá no burgo, de desrratização, desbaratização e desmosquitização.
E de que já tinha encomendado um sistema de electrificação (com a respectiva placa – “aviso – perigo de morte”) para portas, janelas e portinhola (para esta, os dois programinhas), precavendo um futuro ameaçador.

Para me ressarcir do acolhimento que, à algarvio de Tavira, os da gaveta por debaixo da mesa, lhes proporcionei, propus-me a um périplo.

Mas, mãos que não dais, por que esperais?
Na Marinha Grande, primeiro apeadeiro, um cafezito, no LIDL, por mais em conta;
Em Peniche, umas sardinhitas e uns carapaus (caldeirada de grilo);
Na do Reguila, oiçam só:
Treze sardinhas, uma das quais “moída” e que me tocou, para quatro, com a recomendação de que a dona da casa, só ela, arrumava com 18 (sardinhas);
Daqui, recambiado para Cascais, tabanca do Pires. Outra vez, sardinhas (estas vermelhas, a que minha mãe chamava de “ardidas”, e em que não toquei, sequer, por temer da vesícula;
Outra vez “xutado” pr’á do Reguila. Uma sola, chouricito e uns feijãozitos, também do LIDL, e toma lá que já almoçaste;
Para finalizar e já de regresso, após 16 horas, sem “tirar o freio”, atraco na do Contige.
E não é que, outra vez, sardinhas, estas muito maiores, da Terra Nova, marca RiberAlves, e uns ossitos, pareceram-me, de algum cãozito que o Contige, na viagem para o Meco, tenha atropelado.

Bem esteve o Guedes, em optar por aturar os netos (quatro) e a sogra (só uma!?) . . ., como esteve o Marinho, em não querer acamaradar com tal tropa.

Só mais duas notas, que me estão agarradas ao gasganete:

À “pita”, algarvia, sobretudo da foz do Êta, sempre chamei um figo. 
Lânguidos e curvilíneos, tão andaluzes, qu’inté os apêndices tocavam castanholas!
De saudosa memória! . . . Fica, e a não perder, a ideia.
É capaz de ser mesmo praga que me rogaram, como, alguém, sugeriu, há tempos e “abicado”, afloradamente, num comentário.
Matemático, ao segundo dia, na Fuzeta, tão genuinamente algarvia e onde até as dívidas  esqueço, soltam-se-me as águas.
É um alívio, do 2º andar, lá do alto, desopilar, de leque, por trás, e, de assobio, pela frente.

Adeusinho, agora “boue” a Santiago de Compostela, malhar com a môna lá no calhau, a ver se melhoro.
Volto já.
Todo vosso,
Hipólito

sábado, 3 de setembro de 2011

As viagens do Hipólito.

Companheiros
Era minha convicção que tinha compartilhado convosco, uma vinda do Hipólito e Esposa a Torres Vedras, há uns meses atrás. Mas parece-me bem que não partilhei convosco essa amavel e simpáctica passagem por Torres. Mas na dúvida e quando andava à procura dessa noticia, encontrei este excelente texto que o Hipólito escreveu. Excelente e divertido.
Por isso aqui vai a sua repetição.
Mas isto quer dizer que vale bem a pena, uma revisita ao nosso blog original, pois tem lá coisas engraçadissimas, divertidas, escritas por diversos companheiros. São mais de 1.400 artigos escritos com amizade, ardor, empenho e vivacidade. Como diz o Costa, "tenho amor por esta malta..."
Este texto do Hipólito, foi resultado do pedido feito a vários companheiros para que descrevessem uma viagem feita e de que tivessem gostado.
Aqui está a eleita do Hipólito...
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""Mal refeito duma diarreia, advinda duma malfadada sortida ao sul, sobreposta e agudizada por uma “gapeira” das antigas, que, quase, me limpavam o “sêbo” e me levavam desta pr’a melhor . . ., a verdade é que continuo ranhoso e calão ronceiro, mais que o habitual . . .

Pragas apegadas, desconfio, por alguém das TMS, ou a seu rogo, que, como já perceberam, são todos do sul, Cavaleiro inclusive, porque também nado e criado a sul de Valença.
Engodado, mais uma vez (o Cavaleiro e o Guedes, com o “nem lá vou nem faço minga” do Monteiro, fariam cá uma tripla de pe(s)cadores de estalo), num contributo para o acervo histórico do blogue.
Só que . . . oh “diacho” ! . . .

"Simulação real" en cenário de guerra..."

Sobre viagens ? ! . . . Acho que, desta, passo.
Raramente, saio deste buraco pré-histórico (de que serei bicho).
Fui uma vezita a Fátima, outra ao Meco, ao Fialho, a Alenquer e de pouco mais posso dissertar, a não ser daquela . . .
Primeira vez que fiz “chi-chi” no mar, num inolvidável cruzeiro à côte d’Afrique, uns bons 42 anos atrás, com viagens e estadia de dois anos, pensão completa, inesquecível oferta do, então, generoso, mas de que, ainda hoje, oiço dizer cobras e lagartos, governo da paróquia.
Com tratamento vip, tanto na viagem, em paquete e classe “conforto”, como na estadia, com “gamela” garantida e frequentes arraiais de fogo de artifício, não só no hotel, como também nos habituais safaris, de primeiríssima água, fora de portas.
Somos, francamente, uns ingratos. Alguém mais, teve a gentileza de uma dádiva tão generosa ?!
Resort de Tite

Reflictam, metam a mão na consciência e arrependam-se, para salvação da vossa alma, de tão mal dizer, enquanto é tempo.

Onde, quando e como nos cairia do céu a oportunidade, única e irrepetível, de conviver e privar com figuras ímpares como Pintassilgos, Penáfias (um cabito reguila que até uma vaca introduziu na caserna para doce companhia nocturna e deu um cabo dos trabalhos para retirar e, quase no regresso, ia derrubando a camarata com uma estocada de jeep), um Águas, um Porto, um vira-pipas; de saborear o gosto de um Laranjina C; de privar com um Moisés Tchombé do Katanga; de apreciar a parelha dos nobiliarcas criptos e restante matula da dita, já então, casa dos segredos; padeiros, cozinheiros, bate-chapas, serralheiros, encarregado d’obras, paga-dez, major hortelão; outros não me toques que desafino, tipo aristocrata intelectualóide de esquina, como, ainda hoje, continuam de tique atropalhado em riste; um impagável Mestre, um Traquino e um papa-açordas, como o SPM; um Sangalhos, de parelha com o sarg. Bico, na recolha do lixo e que faziam lembrar figuras presepiais; uns “pinchas na criva” como os Arrabaça e Monteiro; bajudas, lavadeiras, djubis, mosquitos, cobras, lagartos, arroz para o Viana “serzitar” os tijolos, e, sei lá, tantos outros que seria, porventura, fastidioso estar aqui a recordar . . .
Turismo religioso

Mas, tudo e nem pensem o contrário, sempre num autêntico ambiente exótico e tropical e a bem do império.
Reverentes e agradecidos é que devemos estar pela oportunidade concedida de, nesse cruzeiro e sequente estadia em resort de inegável qualidade, ter conhecido e convivido com os simpáticos carinhas larocas que, felizes, ainda hoje, se vão reunindo para recordar, como vemos na foto-cabeçalho do blog e que, apesar de, à primeira vista, parecerem fora de prazo, carecas, barrigudos, trampalazanas e fossilizados do século passado, são, sem dúvida, autênticos, genuínos e vernáculos heróis não reconhecidos.
Ao reler este texto sobre uma viagem na, outrora, nossa terra, surgiu-me a seguinte reflexão:
Mais uma , como dizem, do “murcão” (ou trapaceiro?) de Baltar ?! . . .
Não se ponham a milhas, não . . . meus lindos e ainda ireis oxigenar as meninges pr’a S. Pedro de Muel ou Areia Branca (onde, há já muito, desespero aceder em romagem gastronómica, de tão fraquinho e debilitado fiquei com as moléstias de que já vos dei notícia).
Fotos? . . . cá tem. O Justinho que supra a minha insuficiência.
Por falar em fotos: eclipsou-se a foto de um tal Leandro Guedes da galeria dos famosos, talvez por não ter honras de famoso. “Bamos” lá, toca a recolocá-la in su sítio.
Paquete de luxo, de cruzeiros

Hipólito""